Chuva alaga ruas de Caetité, Andaraí e Piripá


Várias cidades do interior baiano registraram chuvas na noite desta quinta-feira (19). As precipitações ocorreram em Piripá e Caetité, no Sudoeste; Guaratinga, na Costa do Descobrimento, e Andaraí, na Chapada Diamantina. Segundo o G1, em Piripá, uma rua ficou semelhante a um rio. Em Caetité, a Rua Ruy Barbosa ficou tomada pela enxurrada. As precipitações foram notadas também na zona rural. No caso de Guaratinga, a chuva veio acompanhada de rajadas de vento, raios e trovões. Já em Andaraí, a chuva forte causou alagamentos e aumentou o volume do rio que corta a cidade. Não há informações de desabrigados nas cidades citadas.


Caetité registra 6º óbito e mais 12 casos de coronavírus


A Secretaria de Saúde de Caetité confirmou o 6º óbito, em pacientes do município, por complicações da Covid-19. A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira (20).

De acordo com a pasta, trata-se de um senhor de 80 anos, morador da zona rural do município que veio a falecer na cidade de Vitória da Conquista, onde estava em tratamento. O paciente apresentava insuficiência cardíaca e insuficiência renal crônica e veio a óbito por insuficiência respiratória em decorrência da Covid-19.

A prefeitura de Caetité se solidarizou com os familiares e informou que todas as medidas de prevenção foram tomadas para o sepultamento.

Agência Sertão


Operação da Polícia Federal contra fraudes em verbas públicas da saúde cumpre mandados em Guanambi


A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quinta-feira (19) uma operação para desarticular esquema de fraude em licitações e desvio de recursos públicos destinados ao Hospital Regional de Juazeiro (HRJ), no norte da Bahia. A ação cumpriu mandados nos municípios de Salvador, Castro Alves, Guanambi e Juazeiro.

De acordo com a Polícia Federal, responsável pela Operação Metástase, que conta com o apoio da Controladoria-Geral da União, foram cinco mandados de prisão preventiva, um mandado de prisão temporária e 16 de busca e apreensão. Entre os locais onde foram cumpridos os mandados, está a sede da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab).

A diretora do Hospital Regional de Juazeiro foi conduzida por agentes da PF, entretanto eles não confirmaram se ela era um dos alvos dos mandados de prisão.

Em nota, a Procuradoria Geral do Estado da Bahia (PGE) informou que acompanha o cumprimento do mandado de busca e apreensão na sede da Sesab, de documentos relacionados ao Hospital Regional de Juazeiro e às instituições IBDAH e APMI. “A orientação é a de garantir o fiel cumprimento da decisão judicial, considerando que o Estado da Bahia é o maior interessado nos esclarecimentos dos fatos”, diz a nota.

Segundo a PF, na casa de um dos alvos dos mandados, foram encontrados mais de R$ 275 mil e US$ 1.400. Não foi divulgado o endereço onde o dinheiro foi achado, entretanto a PF afirmou que foi em Salvador.


Secretaria de Saúde do estado da Bahia é alvo da Polícia Federal nesta quinta-feira


A APMI, Organização Social de Saúde (OSs), é alvo de uma operação da Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira (19). Foram expedidos seis mandados de prisão, cinco de preventiva e um de temporária, e outros 16 de busca e apreensão em Salvador, Castro Alves, Guanambi e Juazeiro. Segundo o jornal  Bahia Notícias, apurou que o setor responsável por contratos de OSs da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), em Salvador, também recebeu a visita da PF.

De acordo com a corporação, a operação batizada de Metástase, que faz alusão à corrupção como uma espécie de câncer da sociedade, conta com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e visa a desarticular um esquema de fraude em licitações e desvio de recursos públicos destinados à gestão do Hospital Regional de Juazeiro. Na unidade, o contrato é da APMI, mas a gestão é feita pela IBDAH.

Os agentes apuraram que a organização criminosa investigada passou a dominar a gestão de inúmeras unidades da rede estadual de saúde sob gestão indireta. Com fraudes nas licitações públicas, eles usavam diferentes Organizações Sociais de Saúde (OSs), que, na verdade, são controladas pelo mesmo grupo empresarial. Ou seja, eram registradas em nome de “laranjas”.

De acordo com a apuração da PF, essas OSs passaram a contratar empresas de fachada ligadas ao mesmo grupo investigado, com contratos feitos de forma direcionada e superfaturamento. Através desse esquema, “os recursos públicos destinados à administração hospitalar eram escoados, sem que muitos dos serviços fossem efetivamente prestados ou os produtos fossem fornecidos”, diz a corporação.

A medida é decorrente de um inquérito instaurado em setembro pelo Ministério Público Federal (MPF) para apurar supostos desvios no Hospital Regional de Juazeiro. Na época, o inquérito teve como base possíveis desvios por parte da empresa que gere a unidade de saúde. Em resposta, a administração do hospital justificou que “supostos ‘desvios’ referentes ao não cumprimento das metas estipuladas carece de respaldo fático, visto que a execução dos serviços prestados obedece aos parâmentos qualitativos e quantitativos descritos no contrato de gestão”

Bahia Notícias


Guanambi: MPF denuncia médicos e secretário de saúde por estelionato e falsificação no Projeto Glaucoma


O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou ação penal contra três médicos e o secretário de saúde de Guanambi, por estelionato e falsificação de dados no Projeto Glaucoma, financiado pelo Ministério da Saúde com recursos do SUS (Sistema Único de Saúde).

Na denúncia, os médicos também são acusados de lesão corporal culposa e entrega de substância nociva à saúde. Segundo apurado pelo MPF, entre 2013 e 2017, a clínica alvo da ação chegou a receber R$ 9,4 milhões do SUS para atendimentos em Guanambi e em outros 30 municípios próximos.

Porém, conforme demonstrado na denúncia, os médicos responsáveis colocaram em risco a saúde de pacientes, descumprindo diversos requisitos da Política Nacional de Atenção Oftalmológica e inserindo dados falsos no sistema do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES). Essa atuação criminosa só foi possível com a postura omissa e conivente adotada pelo secretário municipal, responsável por credenciar, regular, controlar e avaliar a empresa. O MPF requer a condenação de todos pelos crimes de estelionato e de inserção de dados falsos em sistema de informações (artigos 171 e 313-A do Código Penal). Requer, ainda, a condenação dos três médicos pelos crimes de lesão corporal e de entrega a consumo de substância nociva à saúde (artigos 129 e 278 do Código Penal).

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