Devo oferecer água de coco após meu filho ter diarreia? Dra. Layanne responde


“Hoje a Dra. Layanne Cruz veio falar sobre a famosa água de coco oferecida para as crianças quando estão com diarreia. Afinal, pode ou não? Confira!

“Dificilmente existe alguém que nunca passou por um episódio de diarreia durante a vida e ouviu o conselho de tomar água de coco, né?! Isso porque a diarreia causa mudanças no ritmo intestinal e provoca frequentes evacuações ao dia, gerando desidratação e, em casos eventuais, dores, febre e vômito.

Dessa forma, é fundamental prevenir a desidratação da criança, repondo o líquido que está sendo perdido no organismo, já que quando doentes elas costumam comer menos. É muito importante ingerir o máximo de bebidas naturais, dentre elas a água de coco.

A água de coco, assim como o soro caseiro, é rica em glicose e serve na reposição hídrica. Ela também é rica em eletrólitos, sendo fonte de sódio, potássio e cloreto, o que ajuda na hidratação. É um forte aliado contra a diarreia e pode ser oferecida para crianças a partir dos 7 meses de vida, mas com atenção.”

A pediatra Dra. Layanne Cruz atende em Caculé e região. Deixaremos abaixo os locais e contatos, para o conhecimento de todos.

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📍 CACULÉ: Clínica Medvida – (77) 3455-1566 / (77) 99205-0317
📍 CONDEÚBA: Clinica Life – (77) 99204-8132 / (77) 98852-6234
📍 JACARACI: Clinica Nattan – (77) 99168-6830
📍 LICÍNIO DE ALMEIDA: Labvida – (77) 99155-3302
📍 MORTUGABA: Clinica Cardiovida – (77) 99153-8665
📍 MONTEZUMA: Clinica Médica Saúde Primme – (38) 99918-9210


Roupa molhada causa pneumonia? Confira a resposta com a Dra. Layanne


Afinal, roupa molhada causa gripe? Hoje temos novamente a Dra. Layanne Cruz, Pediatra, Consultora do sono e Membro Titular da SBP para nos responder essa pergunta. Confira!

“A resposta é: Na verdade não! Isso porque a pneumonia é uma doença provocada por micro-organismos (vírus, bactéria ou fungo) ou pela inalação de produtos tóxicos.

Dessa forma, ela pode ser adquirida pelo ar, saliva, secreções, transfusão de sangue ou, no caso do inverno, devido a ficarmos em espaços fechados, sem ventilação, o que faz com que o vírus não circule. Por isso é tão importante abrir as janelas mesmo no frio e garantir o máximo de ventilação.

Já o banho de chuva ou roupa molhada não são fatores descritos cientificamente como causadores de pneumonia! Não tem problema nenhum. Mas claro, vamos nos cuidar, nos preservar, principalmente neste momento de pandemia.”

A pediatra Dra. Layanne Cruz atende em Caculé e região. Deixaremos abaixo os locais e contatos, para o conhecimento de todos.

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A criança pode tomar banho após as refeições? Confira a resposta com Dra. Layanne


Quem nunca ouviu ou falou que não se pode tomar banho (de chuveiro ou de piscina) após comer? Hoje nós convidamos a Dra. Layanne Cruz (CRM/BA 28.442 | RQE 17.883; CRM/MG 66.596 | RQE 45.930) Pediatra, Consultora do sono e Membro Titular da SBP para explicar esse mito. Confira:

“Então, gente, ao contrário do que popularmente se acha, tomar banho após a refeição não faz a criança passar mal. Pode tomar banho, pode lavar o cabelo…

Usar a piscina também é tranquilo! Pode entrar no mar e na piscina (sempre com supervisão, claro). Porém, a atividade física (nadar), sobretudo em alta intensidade pode causar enjoos e a criança pode passar mal, tendo o risco de afogamento. Por isso é necessário ter bastante atenção e o ideal é esperar 50 minutos.

Isso ocorre porque quando fazemos uma refeição, o organismo passa a dar prioridade para a digestão. Se nesse momento a pessoa realizar alguma atividade física intensa, os músculos passarão a requerer mais sangue para supri-los de oxigênio, atrapalhando o processo digestivo.

No caso de bebês pequenos, porém, é preciso considerar se a criança costuma regurgitar muito após as mamadas ou a papinha. Nesse caso, ele deve ser pouco manipulado após a refeição, já que isso poderá intensificar os sintomas, e o banho deverá ser dado antes da alimentação.

Mas claro, tudo deve ser cuidadosamente analisado em cada caso. Se tiverem alguma dúvida mais pontual, procure um profissional de confiança para se consultar.”

A pediatra Dra. Layanne Cruz atende em Caculé e região. Deixaremos abaixo os locais e contatos, para o conhecimento de todos.

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Dra. Layanne Cruz, pediatra,  esclarece  polêmica sobre o famoso andador para os bebês e os seus malefícios


 

“Bom, para esclarecer melhor, separei quatro motivos para você não colocar seu filho no andador. São eles:

Primeiramente, porque o aparelho pode causar acidentes graves, às vezes até fatais. Nele, o bebê fica sentado numa altura mais alta do que deveria, o que dá a ele uma maior liberdade para alcançar objetos perigosos e tóxicos.

Segundo: o bebê pode “capotar” utilizando o andador, e seu principal órgão de choque é a cabeça. O mínimo que pode acontecer é um “galo” enorme, mas existe o risco de um acidente de maiores consequências como, por exemplo, um traumatismo craniano mais grave.

Terceiro: o andador pode atrasar o desenvolvimento psicomotor da criança, visto que criar dificuldades motoras ajuda na superação delas e o andador faz justamente o contrário! Com esse aparelho o bebê não usa os músculos que precisa para andar e, assim, eles não se desenvolvem bem.

Quarto: uma vez utilizando o andador, o bebê pula etapas, como o engatinhar. Além de dificultar o aprendizado do equilíbrio corporal, a posição dos pés e o andar sem jogar o peso do corpo para frente. Para atingir os marcos do desenvolvimento, o bebê precisa passar pelas fases de rolar, senta, engatinhar e brincar no chão!

Se precisarem de mais auxílios, procurem uma pessoa de confiança para ajudar vocês!”

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Por que não oferecer mingau ao bebê?, Dra. Layanne Cruz responde


Hoje, temos a participação especial da Dra. Layanne Cruz (CRM/BA 28.442 | RQE 17.883 CRM/MG 66.596 | RQE 45.930). Ela é Pediatra, Consultora do sono, Membro Titular da SBP, e veio nos explicar porque não é indicado oferecer mingau aos bebês. Vamos conferir.

“Até os 6 meses, aos bebês, é recomendado que eles se alimentem exclusivamente do leite materno e, após esse período, outros tipos de alimentos podem começar a ser introduzidos aos poucos em sua dieta.

Dessa forma, o mingau parece uma opção para esse início de alimentação sólida, porém, é importante ressaltar que ele sozinho não vai garantir a alimentação do seu bebê, ou seja, ele não substitui uma refeição. O mingau oferece uma carga grande de energia para a criança, mas não os nutrientes necessários para o seu pleno desenvolvimento.

Bebês tem espaço gástrico bem pequeno! Se preenchermos esse estômago com o mingau, teremos um bebê saciado, mas qualquer outra intenção de oferecer um alimento (de verdade) não funcionará.

Outro ponto importante é que o mingau também pode causar falta de costume com os demais alimentos, já que a criança após os 6 meses deve começar a experimentar diferentes consistências, sendo o estímulo à mastigação muito importante, pois quando os dentinhos começam a aparecer, o bebê precisa ser ensinado a ter controle maior da mastigação, sendo importante que a consistência do alimento seja diferenciada.

Fora que o mingau industrializado possui conservantes em todo o processo de industrialização dos alimentos, fazendo com que eles percam diversos nutrientes.

Então, é sempre interessante levar em consideração tudo isso na hora da alimentação. Na dúvida, consulte um profissional de confiança para ajudar sua família.”

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