Apresentadora Eliana testa positivo para Covid-19: ‘Fiquei sem chão, triste e surpresa’


A apresentadora Eliana testou positivo para Covid-19. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (26) pela assessoria do SBT, que afirmou que ela se afastou “imediatamente de suas atividades na emissora. Eliana se encontra assintomática, bem e monitorada”.

De acordo com a emissora, toda a equipe do quadro “Minha Mulher Que Manda”, que teve suas gravações encerradas nesta quinta-feira (25) está sendo “devidamente monitorada segundo os protocolos médicos que vêm sendo seguidos pela emissora e conforme as recomendações do Ministério da Saúde e autoridades sanitárias”.

Em seu Instagram, Eliana disse que ficou “sem chão” com o resultado.

“Hoje recebi a notícia que minha família testou negativo (Adri, Manu, Arthur, minha irmã e minha mãe) e eu testei positivo para o Covid-19.”

“Fiquei sem chão, triste e surpresa. Depois de duas semanas intensas de gravações tomando todas as precauções que estavam ao meu alcance, não poderia imaginar que aconteceria. Sigo assintomática, agora em isolamento total e com toda a fé que tenho na vida e em Deus de que logo em breve estarei recuperada. Desejo a todos saúde e amor sempre.”


Brasil se torna país com maior número de recuperados do novo coronavírus


O Brasil é o país com mais recuperados do novo coronavírus, segundo painel atualizado em tempo real pela universidade americana Johns Hopkins.

O balanço, até às 15h desta quinta-feira (25), mostra o Brasil à frente dos Estados Unidos no ranking de recuperados, com 660.469 casos. Os EUA têm 656.161 registrados. Rússia (374.557), Índia (271.697), Chile (219.327) e Itália (186.725) vêm logo abaixo.

Ao todo, o mundo soma 4.782.910 pessoas recuperadas da Covid-19. São 9.491.799 casos confirmados e 484.092 vítimas fatais.

De acordo com a universidade, os dados vêm de fontes como a OMS (Organização Mundial da Saúde) e autoridades de saúde de diferentes países.


Câmara aprova validade de 10 anos para CNH de motorista profissional


A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (24) uma mudança no projeto que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) a fim de permitir que a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) de motoristas profissionais, com idade inferior a 50 anos, tenha validade de dez anos.

O texto-base, aprovado pelos parlamentares na terça-feira (23), determinava que o documento para os condutores nessa faixa etária fosse renovado a cada cinco anos.

Com isso, os motoristas profissionais ficarão enquadrados na regra geral:

  • CNH com validade de dez anos para quem tiver menos de 50 anos
  • CNH com validade de cinco anos para quem tiver idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 anos;
  • CNH com validade de três anos para condutores com idade igual ou superior a 70 anos.

Até a última atualização desta reportagem, os parlamentares ainda analisavam outras sugestões para modificar pontos específicos do texto. Após a conclusão da votação na Câmara, o projeto seguirá para o Senado.

Considerado um assunto prioritário pelo Palácio do Planalto, o projeto foi apresentado em junho do ano passado pelo presidente Jair Bolsonaro, que foi pessoalmente à Câmara fazer a entrega do texto.

Entre as mudanças, o projeto amplia o prazo para a renovação dos exames de aptidão física e mental para a renovação da CNH e estabelece a obrigatoriedade do uso de cadeirinha para o transporte de crianças de até 10 anos que ainda não atingiram 1,45 metro.

O projeto regulamenta ainda a circulação de motocicletas entre os veículos, mantém a exigência de exames toxicológicos para motoristas das categorias C, D e E e prevê limites diferentes de pontuação na carteira de motorista, antes da suspensão, no prazo de 12 meses.


Bahia bate recorde de novos casos e ultrapassa marca de 50 mil infectados pelo coronavírus


A Bahia atingiu e ultrapassou a marca de 50 mil infectados pelo novo coronavírus nesta quarta-feira (24). O novo boletim da Secretaria da Saúde (Sesab) informa que o estado registrou nas últimas 24 horas 2.847 novos casos, um recorde diário no estado, que agora contabiliza um total de 51.931 casos confirmados e 1.541 mortes pela doença. Nas últimas 24 horas foram registrados 50 óbitos.

Na terça-feira (23) eram 49.084 casos confirmados e 1.491 tiveram óbito confirmado.

Dos 51.931 casos confirmados desde o início da pandemia, 27.521 já são considerados curados, 22.869 encontram-se ativos e 1.541 tiveram óbito confirmado. As confirmações ocorreram em 363 municípios da Bahia.


Uso de dexametasona reduz mortalidade em estado grave do coronavírus, diz Oxford


Estudo da Universidade de Oxford aponta que o uso em baixa dosagem de um esteroide comum, a dexametasona, está tendo um grande efeito comprovado na recuperação de pacientes críticos com covid-19. O tratamento, o primeiro com efeito comprovado, reduziu a um terço o risco de morte entre pacientes em respiradores e, a um quinto, para os doentes entubados.

Pesquisadores da universidade britânica usaram a dexametasona como parte de um teste clínico mais amplo para avaliar vários tratamentos potenciais contra a covid-19. Cerca de 2.100 paciente receberam baixas doses do esteroide por dez dias. Outro grupo, de 4.300 pacientes receberam o tratamento padrão.

O uso da dexametasona ajudou a reduzir o número de mortes em pacientes com ventilação mecânica e entubados, mas não trouxe benefícios para pacientes que não exigiam suporte respiratório.

Para pacientes com ventilação mecânica, o uso do esteroide reduziu o risco de morte de 40% para 28%, enquanto nos pacientes entubados para receber oxigênio, o risco de morte caiu de 25% para 20%.

Em nota divulgada à imprensa, pesquisadores da Universidade de Oxford disseram que planejam divulgar os detalhes do teste clínico “o mais rápido possível”. “São claros e significativos os benefícios à sobrevivência dos pacientes muito doentes que necessitam de suporte para respirar”, disse Peter Horby, coordenador do estudo.

“Até agora este é o único medicamento que mostrou uma redução na mortalidade e de forma significativa. Trata-se de um grande avanço”, acrescentou.

Martin Landray, principal médico da pesquisa, diz que as descobertas sugerem que para cada oito pacientes tratados em ventiladores, o uso da dexametasona pode salvar uma vida. Para os pacientes entubados para receber oxigênio, o tratamento com esteroide salva uma vida por aproximadamente cada 20 a 25 paciente.

“O tratamento com a dexametasona dura até 10 dias e custa cerca de 5 libras [cerca de R$ 32] por paciente. Portanto, basicamente custa 35 libras para salvar uma vida. Este é um medicamento disponível globalmente”, destaca Landray.