Paraná Pesquisas: Rui venceria para o Senado; sem governador, Otto seria reeleito


O atual governador da Bahia, Rui Costa (PT), lidera as intenções de voto para a única vaga disponível para o Senado em 2022. O petista tem cinco vezes mais intenções de votos do que o segundo na corrida, o atual senador Otto Alencar (PSD), que deve ser candidato à reeleição. O petista, todavia, teria garantido a aliados que não pretende disputar uma cadeira no Senado no próximo ano.

Em um cenário pulverizado, com 11 nomes, Rui receberia 45,5% dos votos, enquanto Otto seria opção para 9% dos eleitores. Bem próximo ao socialdemocrata estaria o ex-prefeito de Feira de Santana e candidato derrotado ao governo da Bahia em 2018, Zé Ronaldo, com 7,3%.

Esse levantamento ainda avaliou nomes como Cacá Leão (PP), com 4,2%; Leo Prates (PDT), com 2,4%; Márcio Marinho (Republicanos), com 2%, Guilherme Bellintani (sem partido), com 1,8%; João Gualberto (PSDB), com 1,7%; Elmar Nascimento (DEM), com 1,6%; Marcelo Nilo (PSB), com 1,3%; e Félix Jr. (PDT), com 1,1%. Para 15,6%, nenhum desses nomes receberia votos, percentual que inclui também brancos e nulos; 6,4% não souberam ou não responderam.

Em um cenário pulverizado, com 11 nomes, Rui receberia 45,5% dos votos, enquanto Otto seria opção para 9% dos eleitores. Bem próximo ao socialdemocrata estaria o ex-prefeito de Feira de Santana e candidato derrotado ao governo da Bahia em 2018, Zé Ronaldo, com 7,3%.

A pesquisa ouviu 2002 eleitores em 186 municípios da Bahia entre os dias 20 e 24 de março de 2020. A margem de erro é de 2% e o levantamento foi realizado por telefone com baianos com mais de 16 anos.


Paraná Pesquisas: ACM Neto tem dobro de votos de Wagner na corrida pelo governo


Ex-prefeito de Salvador e presidente nacional do Democratas, ACM Neto larga na frente em todos os cenários da primeira pesquisa eleitoral feita em 2021 para a sucessão ao governo da Bahia. Segundo o instituto Paraná Pesquisas, o democrata lidera, quando existem seis possíveis concorrentes, com 49,3% das intenções de voto, percentual bem superior ao do segundo colocado, o senador Jaques Wagner (PT), que tem 21,4%.

Na sequência aparecem o senador Otto Alencar (PSD), com 3,9%, Doutora Raissa (PSL), também com 3,9%, o vice-governador João Leão (PP), com 2,5%, além dos vereadores Alexandre Aleluia (DEM), com 0,6%, e Marcos Mendes (PSOL), com 0,5%. Nulos e brancos somam 12,5% e 5,3% não sabem ou não responderam. A pesquisa, com nível de confiança de 95% e margem de erro de 2%, entrevistou por telefone 2002 eleitores em 186 municípios de todas as regiões do estado. O levantamento foi feito entre os dias 20 e 24 de março.

Cenários
Em um cenário sem as presenças de João Leão e Alexandre Aleluia, ACM Neto tem 51,9% das intenções de voto, contra 24,2% de Wagner, 4,2% de Raissa Soares e 0,8% de Marcos Mendes. Quando os nomes são apenas o do ex-prefeito e o do senador, configurando um eventual segundo turno, o democrata figura com 56,5% contra 25,8% do petista.

ACM Neto lidera em todos as faixas de corte da pesquisa: entre homens, mulheres, por idade e grau da escolaridade. Esse desempenho do democrata se repete nos três cenários do levantamento.

Potencial eleitoral
A pesquisa perguntou ainda se o eleitor, independentemente do seu candidato atualmente, votaria em ACM Neto para governador, e 32,4% responderam que com certeza; 43,2% que poderiam votar; 20,8% disseram que de jeito nenhum; 2% que não o conhece suficientemente para opinar; e 1,5% não sabe ou não opinou.

Em relação a Wagner, 44,7% dos entrevistados disseram que não votariam no petista de jeito nenhum; 11,6% votariam com certeza; 38,7% poderiam votar; 3% não o conhecem suficientemente para opinar; e 2% não souberam ou não opinaram.


Região de Guanambi: Assessoria do Governo da Bahia comete erro ao divulgar decreto de atividades não essenciais


 

O prefeito de Iuiú, Reinalldo Goes (PSD), presidente do Consórcio Interfederativo de Saúde do Alto Sertão (CIS-Alto Sertão), informou que houve um equívoco por parte das assessorias jurídicas e de comunicação do governo em relação ao decreto divulgado na tarde desta terça-feira (23), que determinava medidas mais restritivas na região.

Segundo o gestor, o acordado com os prefeitos foi manter as atuais medidas em vigor e incluir a proibição da venda de bebidas alcoólicas em todos os estabelecimentos dos 22 municípios da região de Guanambi até 5 de abril. Já o comércio não essencial poderá funcionar de segunda a sexta-feira até 17h30. Nos fins de semana as atividades permanecerão suspensas.

Por volta das 18h, um novo decreto foi editado, mantendo as medidas já em vigor e acrescentando apenas a proibição da venda de bebidas alcoólicas até 5 de abril. Ele será publicado na edição desta quarta-feira (24) do Diário Oficial do Estado.

Agência Sertão


Cármen Lúcia muda voto, e 2ª Turma do STF declara que Moro foi parcial ao condenar Lula


Por 3 votos a 2, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal declarou em julgamento nesta terça-feira (23) que o ex-juiz federal Sergio Moro agiu com parcialidade ao condenar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no caso do triplex do Guarujá.

A sentença que condenou Lula segue anulada por outra decisão, determinada pelo ministro Edson Fachin, que apontou a incompetência da Justiça Federal do Paraná para analisar os processos do petista e tornou sem efeito as condenações pela Lava Jato de Curitiba.

Com a decisão desta terça, a Segunda Turma anulou todo o processo do triplex, que precisará ser retomado da estaca zero pelos investigadores.

A decisão resultou do julgamento pela turma de uma ação impetrada em 2018 pela defesa de Lula.

A maioria a favor da ação do ex-presidente foi formada com a mudança de voto da ministra Cármen Lúcia. Em 2018, quando o julgamento se iniciou, ela tinha rejeitado a ação, mas agora seguiu o entendimento dos colegas Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Cármen Lúcia entendeu que novos elementos mostraram que a atuação de Moro não foi imparcial e, portanto, segundo avaliação da ministra, houve um julgamento irregular.

A suspeição não é automática para outros processos de Lula — a defesa terá, por exemplo, que questionar os outros casos na Justiça. Moro não foi o autor da condenação de Lula no caso do sítio de Atibaia, mas recebeu a denúncia e transformou o petista em réu nesse caso.

Para o relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, a suspeição de Moro tem efeitos que vão além do caso de Lula e abre brecha para que advogados de condenados na Lava Jato questionem na Justiça a conduta do ex-juiz e apontem outras sentenças como ilegais.


Wagner foi o único senador petista que não assinou a CPI da Covid


Jaques Wagner foi o único petista da bancada do partido no Senado a não assinar a CPI da Covid. As informações são de Lauro Jardim, de O Globo. Segundo o colunista, Wagner tem dito que não é contra a CPI, mas que, se há leniência do Ministério da Saúde, o melhor caminho é entrar com notícia-crime contra seus comandantes.